No meu entender, os videojogos são obras difíceis de idealizar. Há arte gráfica, sonoplastia, programação, escrita, marketing, entre várias outras áreas a dominar. Portanto, fiquei sempre fascinado quando uma equipa pequena desenvolve um videojogo e, apesar de não ser o melhor exemplo de documentário, fiquei absolutamente fascinado quando vi Indie Game: The Movie. Mudou completamente a minha perspetiva na produção de videojogos. É por este motivo que quero continuar a encontrar histórias como a do André (na entrevista anterior) e como a do Filipe, que vos trago hoje, ao espaço que batizei de Artesanato da Diversão.